O Brasil é uma dádiva da Amazônia

Uma boa análise sobre o impacto da amazônia no Brasil.

Para ler sem olhar

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Há duas semanas, enfim chegou aos ouvidos da opinião publicada a relação entre o desmatamento da Amazônia e o sumiço das águas no Sul. Não deveria ter sido surpresa para ninguém: a informação vem correndo mundo há anos e já tinha saído até num canto da grande imprensa. Agora, parece só ter chamado a atenção porque um autêntico caos é iminente em São Paulo e, no resto do Sudeste, daqui a pouco ele se instala também. Nas cercanias da Cantareira, graças à irresponsabilidade da Sabesp e do governo estadual, temos hora marcada com o desastre, como sabemos graças ao boletim da Camila.

Mas a coisa vai muito além das fronteiras de São Paulo: a dar crédito ao que diz a ciência (a outra opção sendo dar crédito a lobistas e seus interesses pouco imparciais), sem os chamados rios voadores vindos do Norte, aqui onde um dia houve a…

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Na ótica de Joquebede e Maria

Parte 1: Joquebede, a mãe que confiou no Senhor.


Duas mulheres, com histórias parecidas, em épocas distantes. As duas deram luz a libertadores: Moisés e Jesus. Colocarei, de forma explícita, o que, possivelmente as mães dos meninos libertadores sentiram ao perder os seus filhos. Posteriormente, falarei das semelhanças entre Moisés e Jesus.


O faraó temia que os israelitas, por serem mais numerosos e fortes, guerreassem contra o seu povo. Então, ordenou que jogassem todos os meninos que nascessem no rio Nilo, conservando apenas as meninas. Nesse contexto, Joquebede teve o seu filho, que mais tarde viria a se chamar Moisés. Após três meses escondendo-o, teve que abdicar da sua criação precedente a ordem do faraó.
Tomou um cesto de junco, selou com betume, pondo nele o menino, largou-o a beira do rio. Não imaginava que ali seria o libertador dos hebreus no Egito. E no leito daquele rio sentiria a maior dor de sua vida. Ali via, aflita, o seu pequeno sendo levado pelo Nilo, numa imensidão de sensações e medos provenientes de sua decisão. O quão difícil é para uma mãe abandonar um filho, ainda totalmente dependente, a mercê de um cesto, largado ao relento. Era isso ou enfrentar a morte vinda do faraó. Sua irmã ficou de longe, para observar o que aconteceria com o menino. Contudo, Deus pôs suas mãos sobre o menino, que fora achado pela filha de faraó. O Eterno prova mais uma vez, como é grandioso e protetor: manda o libertador dos israelitas para a casa do faraó, depois de uma ordem para que matassem todos os meninos nascidos dos hebreus. Na nossa mente seria loucura fazer uma coisa dessas.
Joquebede confiou que Deus cuidaria de seu filho, e assim sucedeu. Depois que a criada tirou o menino do rio, a filha do faraó teve compaixão e percebeu que o menino era filho dos hebreus. Sua irmã fora chamar uma hebreia para criar da criança e a pessoa responsável seria Joquebede. Chega a ser Impensável. Imaginem a cena de Joquebede sabendo que, depois de ter largado o seu filho no rio, o seu pequeno estava bem, mas, não apenas isso; o pequeno libertador estava nas mãos da filha do faraó, o local mais seguro naquele momento. O alívio que a mãe sentiu ao ver seu filho bem, somado a responsabilidade de poder criá-lo foi uma felicidade completa.
Deus não deixou Joquebede desamparada; Ele trouxe o seu filho de volta, como prova da sua confiança. Vejo em minha mente, Joquebede educando o seu filho (Ex. 2:9-10), de acordo com os preceitos do Eterno, essencial para que mais tarde ele viesse a ser o libertador do seu povo.
Leva, Nilo, o meu menino; em seus braços, o meu filho.
Continua no próximo post…

Verdadeira liberdade

Já tem tempo que não escrevo no blog. Mas, como minha paixão por escrever fala mais alto, cedo ou tarde volto, rs.

Estudando a lição de terça, com o título “Livres do pecado”, refleti sobre uma coisa que mexeu muito comigo.

Jesus estava no templo pregando a palavra. Os escribas e fariseus contestavam sua autoridade e divindade, com perguntas para deixá-lo em contradição. Jesus respondia a todas tentando mostrar que era o Messias prometido, mas o orgulho daqueles homens, que se achavam entendedores da lei, separados e santos, era maior. Também acreditavam que o Messias seria um guerreiro libertador, um líder triunfante e se tornaria rei, pois Jerusalém estava sob domínio de Roma. Alguns, porém, creram nele. E Jesus disse: Se vós permanecerdes na minha palavra, sois verdadeiramente meus discípulos; e conhecereis a verdade, e a verdade vos libertará. (Jo 8:31-32).

A verdadeira liberdade citada por Cristo é a liberdade do pecado. Todos, sem exceção de qualquer ser humano, inclusive os judeus, pecaram.

Mas os indivíduos presentes no templo não entenderam: Responderam-lhe: Somos descendência de Abraão e jamais fomos escravos de alguém; como dizes tu: sereis livres? (Jo 8:33).

Mas Cristo quis ir muito além ao falar em liberdade. Respondeu-lhes Jesus: Em verdade, em verdade vos digo que todo aquele que comete pecado é escravo do pecado. O escravo não fica sempre na casa; o Filho, sim, para sempre. Se, pois, o Filho vos libertar, verdadeiramente sereis livres. (Jo 8:34-36).

Os ouvintes de Jesus achavam que dependiam da descendência de Abraão para serem libertos. Tinha plena confiança nisso. No entanto, como citado na lição, à palavra “verdadeiramente” mostra, também, que há uma falsa liberdade, que prende os seres humanos a uma vida de desobediência a Deus. Quando pensamos que, ao cantar, pregar, evangelizar, guardar os mandamentos ou qualquer outra atividade a serviço de Deus nos salvará, estamos indo pelo caminho contrário. Apesar de ser importante, nada disso tem a capacidade de nos salvar. Precisamos depender apenas de Cristo, o Filho Libertador, único que não pecou e morreu por nossos pecados.

Deixo essa música linda, composta por Tiago Arrais, para vocês refletirem em Cristo, a quem dependemos.  21, como é intitulada, é a quantidade de nomes dado a Jesus na canção.